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Conjecturas - quinta, 05 de novembro

Confira os bastidores

05/11/2026 às 06h02 Atualizada em 05/11/2026 às 06h20
Por: Redação Fonte: Carlos Monfort
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Carlos Monfort
Carlos Monfort

 NINHO TUCANO

= Pelo menos hoje, o ninho tucano de Ponta Porã não teria problemas para a sucessão municipal. Além do vereador Agnaldo Pereira Lima — que já está no trecho —, seu colega de Câmara e de partido, Carlos Bordão, também está colocando o nome à disposição no cenário que se inicia.

“O PSDB terá candidato. Sim ou sim!”, sentenciou o campeão de jiu-jitsu, pouco antes da sessão ordinária desta quarta-feira (4).

NO PÁREO

= Opinião semelhante deu o vereador Edinho Quintana. “O PT terá candidato a prefeito”, exclamou ontem, logo após a sessão do Legislativo.

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Sobre uma eventual viabilização de seu nome, Edinho, mais que pronto, disse que “não! Temos outros nomes”, citando o do superintendente do Incra-MS e ex-vereador Paulo Roberto da Silva.

NO TRECHO

= Como se vê, ninguém está dormindo de touca neste pós-eleições de 2026 no que se refere à sucessão do prefeito Eduardo Campos (PSDB).

Um passarinho azul, muito bem antenado nas articulações, piou ontem — após ler a coluna sobre os eventuais nomes no tabuleiro sucessório — que o PL de Ponta Porã receberá substancial reforço para o pleito municipal de 2028.

“Isso já está desenhado na Capital há algum tempo”, disse nosso interlocutor.

Isso quer dizer que o partido presidido por Pompílio Júnior receberá uma boa dose de “fermento eleitoral”. Anotem aí!

ENERGIA

= A Energisa sofreu ontem nova “descarga elétrica” na sessão ordinária da Câmara Municipal de Ponta Porã.

A vereadora Natália Velasques (PSDB) voltou a narrar situações de ´calamidade pública´ no distrito de Nova Itamarati por conta da falta constante de energia.

E não é somente a falta, mas também a longa permanência sem o fornecimento de energia.

DÓLAR

= Os especuladores financeiros não podem sentir o “vento dobrar a esquina” e já se posicionam em busca de alta lucratividade financeira.

Primeiro foi a vitória de Lula no Brasil, e o dólar saltou de R$ 5,17 para R$ 5,32 da noite para o dia. Isso mesmo!

Depois foi a fuga do derrotado no pleito, Flávio Bolsonaro, e nova alta na cotação da moeda norte-americana, pulando para R$ 5,58.

Agora, a crise financeira em uma instituição, o Ueno Bank, levou à intervenção do Banco Central do Paraguai na terça-feira.

Resultado? O dólar bateu R$ 5,70 ao meio-dia de ontem e, segundo as previsões, chegará a R$ 5,90 até o fim de semana.

Então temos três culpados aí: Lula, Flávio e Santi Peña, o presidente paraguaio.

Como diz o melhor locutor do interior do Brasil, o amigo Porvinha: “Hajaaa coraçãooo!!.......”

 

E o Mengão? Tá como??

Voando baixo no brasileirão!!!!

 

 

Carlos Monfort

DRT MS 144 

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